Vivemos em um tempo que valoriza produtividade, desempenho e eficiência. Para muitas mulheres, esse discurso se soma a uma herança cultural que associa valor pessoal ao cuidado com o outro. Ser boa profissional, boa mãe, boa filha, boa parceira, boa amiga, tudo ao mesmo tempo, sem falhar.
O problema é que, nesse movimento, algo fundamental vai sendo deixado de lado: o espaço para existir de forma espontânea.